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Estrutura do Projeto

Page history last edited by Mara Tavares 15 years, 3 months ago

 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

LICENCIATURA EM PEDAGOGIA À DISTÂNCIA

SEMINÁRIO INTEGRADOR V - PROJETO PEDAGÓGICO EM AÇÃO

- EIXO V -

Professor: Eliseu Berni Reategui

Pólo de Gravataí

 Alunas:

1. Mara Rosane Noble Tavares - Líder

2. Marília Valentina Astigarraga Kulmann

3. Neila Maria Rodrigues Goulart

4. Neuza Terezinha da Roch

5. Sandra Caroni

6. Silvana Santos Martinez

Data: Outubro/08

 

 

PROJETO DE APRENDIZAGEM

JUSTIFICATIVA 

 

 

As novas tecnologias usadas como ferramentas dentro do processo de ensino-aprendizagem são incontestáveis em nossa realidade. Todos esses instrumentos estão definindo padrões de comportamento e de aprendizagem diferente do que vimos e vivemos até então. Vemos alunos como autores, pesquisadores, interagindo colaborando e permitindo que a interação aconteça de maneira síncrona ou assíncrona, mas todas elas voltadas para a transformação da informação em conhecimento. Desta forma, a distância não é mais fator de isolamento, é provocadora da busca pela diversidade e interação gerando conhecimentos múltiplos, é através dela que nos deparamos com a mudança, a independência, o desenvolvimento das habilidades, a cooperação e a comunicação, todos vivendo um mesmo processo com inúmeras possibilidades de construção de conhecimentos.

 

 

 “Para ter alunos exploradores, precisamos de professores que estimulem a exploração. Para lidar com a era da informação dentro e fora da sala de aula, precisamos de professores que possam ensinar os alunos a gerenciar as informações por meio das tecnologias disponíveis e que possam ajudá-los a transformar informações em conhecimento”.  (Nancy Hechinger e Melissa Koch (1993), “Beyond the lightbulb”. Technos: Quarterly for Education and Technology, 2(1): 23. Apud FALCÃO, 2001)

 

 

Então, por quê  escolhemos a pergunta:

"Como a tecnologia e as novas mídias podem auxiliar no processo de ensino-aprendizagem?"

(observação a pergunta esteve aqui o tempo todo, apenas não havia sido destacada porquê se entenda que o projeto deve ser lido por que o avalia)

 

Este projeto atende a solicitação da Interdisciplina do Seminário Integrador V de fazer um projeto de aprendizagem. Durante uma aula presencial, onde foram levantados vários assuntos, elencamos aqueles que gostaríamos de abordar de uma forma mais abrangente e como temática, escolhemos tecnologia e educação.

 

Nossa escolha recaiu sobre esse assunto porquê, enquanto alunas do PEAD, dependemos diariamente da tecnologia; é no ambiente inteiramente virtual que socializamos nossas idéias e construímos nossos conhecimentos, particulares e coletivo.

  

Estamos totalmente envolvidas e encantadas com as novas possibilidades que nos são apresentadas diariamente, com nossas aprendizagens, e com as conquistas diárias, que por mais simples que sejam são comemoradas como se fossem grandes façanhas. Pretendemos  com esta escolha  aprofundar nossos conhecimentos  em um assunto atual e real  que só tem a acrescentar em nossa vida pessoal e profissional,  como alunas e professoras, engajadas no presente e preocupadas com o futuro dos alunos que serão os adultos de amanhã.

 

OBJETIVOS

 

- Compreender de que forma a Tecnologia serve como mediadora no processo de ensino-aprendizagem e suas aplicações no dia-a-dia na vida dos sujeitos que a usam e no cotidiano da Escola;

 

- Evidenciar, através de pesquisas variadas, os papéis que professores e alunos desempenham em ambientes virtuais de aprendizagem;

 

- Destacar quais os fatores que levam os professores a atuarem como facilitadores da construção do conhecimento e os alunos a se assumirem como construtores de seu próprio conhecimento  no uso das novas tecnologias da informação;

 

 - Compreender a tecnologia como fator essencial na inclusão e permanência do aluno na escola;

 

 - Proporcionar e garantir, através dos conhecimentos construídos aqui, ao nosso aluno o direito de acesso às linguagens do Mundo Moderno;

 

 - Salientar a importância de nos inserirmos nos mais diversos aspectos das tecnologias, para que possamos utilizar esses meios de forma adequada e direcionada ao aluno.

 

DESENVOLVIMENTO/ESTRATÉGIAS

 

•    Construção do Wiki Tecnologia e Educação – Página Inicial;

•    Leitura de Material Indicado pela Interdisciplina – Página Materiais de Apoio;

•    Pesquisas em Sites para buscar textos e vídeos para sensibilização – Página Sensibilização;

•    Construção das Dúvidas e Certezas – Página Dúvidas e Certezas;

•    Construção da Página Idéias e Recadinhos;

•    Construção Individual de Mapas Conceituais – Página Mapa Conceitual;

•    Pesquisas Variadas – Página PLANEJAMENTO, PESQUISAS E ESTRATÉGIAS (PPE):

o    De Vários textos em livros, revistas e na web para responder ao quadro de dúvidas e certezas;

•    Construção do Texto colaborativo “Embasamento Teórico”, baseado nas leituras – Página Estrutura do Projeto;

o    Criação de Instrumento de Pesquisa – Questionário e Tabulação dos Dados;

o    Coleta de Depoimentos entre colegas de escola;

o    Investigação de Softwares fechados (RIVED);

o    Realização de Oficina com Professores (com o uso do Software RIVED);

o    Entrevista com uma Deficiente Visual.

•    Construção Coletiva do Mapa Conceitual do Grupo - Página Mapa Conceitual;

•    Construção do Texto colaborativo “Conclusões” - Página Estrutura do Projeto;

•    Construção do Vídeo-Show "Conclusões sobre Tecnologia e Educação"

 

EMBASAMENTO TEÓRICO

 

Segundo Ann Heide e Linda Stilborne, as crianças de hoje estão nascendo em um mundo informatizado, onde a velocidade dos avanços tecnológicos e das informações é infinita. Tudo isto ao alcance de um botão. Apenas com um clic  a criança já é capaz de acessar este recurso quase sem limites. Desta forma, para os alunos o quadro, o giz, o caderno e livros, são ferramentas tradicionais e ultrapassadas, por tanto, inadequadas aos novos tempos; por outro lado, os computadores, o vídeo e outras tecnologias chegam mais perto da realidade dos alunos. Mas, o cerne da questão não está em qual tecnologia a escola deve dispor e sim, fundamentalmente, como as tecnologias serão utilizadas, ou seja, como será sua aplicação.

 

Dentro de uma abordagem construtivista, o computador fornece um ambiente onde o aluno pode construir seu conhecimento sem choques, na medida em que coloca em xeque suas experiências e hipóteses, ele passa a trabalhar ativamente na construção do seu próprio conhecimento, por meio da resolução de problemas, do raciocínio, e do desenvolvimento do pensamento crítico.

Para as autoras,

“As teorias atuais colocam a tecnologia nas mãos dos aprendizes para ajudar no desenvolvimento de suas habilidades cognitivas de ordem superior e falam do poder da tecnologia para acessar, armazenar, manipular e analisar informações, permitindo, assim, que os aprendizes gastem mais tempo refletindo e compreendendo”. (Ann Heide, 2000, p. 23)

 

Também, há de se ressaltar a importância da informação gerada pela facilidade de acesso à Internet, que favorece aos alunos o desenvolvimento da autonomia frente à organização das informações, exploração de ambientes, questionamentos, colaboraração com os outros, na interação sincrônica com diferentes pessoas, em diferentes lugares e culturas, produzindo conhecimento de maneira ativa. Com isso, ele irá entender e respeitar as diferenças e similaridades entre as culturas, as políticas, as geografias e a própria língua que cada povo utiliza. 

 

 “ Sua visão de mundo e de seu lugar no mundo mudam, e o conteúdo do currículo torna-se atual, relevante e integrado a partir de uma perspectiva multidisciplinar e global”. (Ann Heide, 2000, p. 24)

 

Utilizar a Internet, por exemplo, a serviço da aprendizagem é sem dúvida, uma aventura incrível, pois esta dispõe de uma ampla variedade de recursos envolvendo imagens, textos, sons e interatividade, um universo multimidI"d”idático.

 

O uso da Internet faz com que os alunos assumam a responsabilidade pelo seu próprio aprendizado, visto  estar  à disposição o acesso de recursos que facilitam a aprendizagem e que os transformam em atores na sua busca pelo conhecimento. Com a disponibilidade desse recurso pode-se constatar uma nova postura dos alunos e professores frente a aprendizagem, pois podem utilizar bibliotecas virtuais, interagir com pessoas, trocar idéias e ultrapassar a barreira da idade, gênero, condição social e distância. Também é possível participar na construção de projetos colaborativos em diferentes espaços e níveis, onde a visibilidade de suas produções é fator estimulante. Com isso, abre-se um “portal” de inúmeras possibilidades de aprendizagens no mundo virtual.

 

Temos que ter o cuidado de transformar a Internet em plataforma de pesquisa, evitando o plágio e a pornografia, educando para a ética e a cidadania.

 

Também não devemos esquecer o valor e a importância do blog e Wiki que são plataformas que precisam ser manejadas e incentivam o aluno a ser o autor de suas próprias produções.

 

Pesquisas apontam que computadores, videogames, filmes e programas de TV com conteúdo adequado estimulam a seleção de informação, a capacidade de dedução e a lógica.

 

Steven Johnson, autor do livro Surpreendente! Diz que “a televisão e o videogame nos tornam mais inteligentes", explica que diversões complexas desenvolvem a capacidade cognitiva, fazendo com que os jovens exercitem suas capacidades cerebrais com maior intensidade. Isso, segundo o autor, os torna mais inteligentes. E afirma que ..., “embora o conteúdo dos livros seja muito superior à da maioria dos produtos de entretenimento, os games têm um papel importante: seriam uma espécie de “ginástica” para o cérebro”.

 

Também foi concluído, por cientistas, que crianças e adolescentes que jogam games registraram aumento do córtex e melhora da coordenação motora. As simulações características dos games se constituem em espaços de catarse, onde podemos constatar vários aspectos de ordem subjetiva, apresentando-se como uma situação desafiadora que pode ser positivamente utilizada dentro de uma proposta pedagógica por sua riqueza de elementos e possibilidades. No caso do RPG, surgem ainda novas opções de narrativa.

 

 “Com o avanço da tecnologia e dos meios de comunicação nas últimas décadas, a carga de informação e a diversidade de estímulos aumentaram muito, o que vem tornando os jovens mais inteligentes.” (SOUZA, 2005)

 

A escola e a sociedade precisam ter uma visão holística sobre as tecnologias a favor da educação (GADOTTI; ROMÃO, p.43, 2000). Hoje, ao analisarmos a rapidez com que as descobertas e a tecnologia se desenvolvem, temos obrigatoriamente que deixar de lado aquele paradigma de que só há conhecimento e construção de conhecimento dentro da sala de aula, já que o que vemos hoje é a existência de uma infinidade de coisas a aprender fora da sala de aula e a escola não pode virar às costas para este fato. Assim o papel do professor, no contexto presente, passa a ser o de facilitador, em outras palavras, um guia para o aluno na construção do seu aprendizado.

 

 “Os alunos aprendem a definir suas necessidades de aprendizagem, encontrar informações, estimar seu valor, construir sua própria base de conhecimento e comunicar suas descobertas”. (HEIDE, 2000, p. 37).

 

Com a popularização da Internet esta também foi incorporada nas instituições de ensino e na Educação à Distância (EAD). Uma das qualidades da EAD e residindo aí a inovação, é que através da Internet apresenta a perspectiva de cidadania para as pessoas com deficiência, principalmente, para as que ficam internadas em hospitais por um longo perído de tempo e, que com isso, ficariam alheias ao sistema educacional.

 

A utilização da informática pelas pessoas com deficiência dá-se através de recursos adaptados. Existem  no mercado diversos softwares e periféricos de computador, diminuindo a distância entre o possível e o inacessível proporcionando, dessa forma, a democratização do acesso e do ensino, da informação e da socialização, além do desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo.

 

Para que se tenha assegurada a igualdade de direito numa sociedade democrática, resta colocar em prática o direito de dispor desses recursos para que seja possível atingir o real sentido de uma educação para  todos. A igualdade de oportunidade que vai ao encontro do paradigma de uma "educação para todos" tem seu fundamento assegurado por lei na constituição e também vai ao encontro do que estipula a Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional n. 9.394:

 

Art. 3º I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

Art. 4º IIII - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades, preferencialmente na rede regular de ensino.

 

"Pensar numa sociedade melhor para as pessoas deficientes é necessariamente, também pensar numa sociedade melhor para todos nós". (RIBAS, 1998, pg.98)

 

A revista  Nova Escola, edição de abril/2008, divulgou uma pesquisa realizada com o Instituto Fernand Baudel de Economia Mundial e a Fundação Victor Civita sobre qual a visão dos pais sobre a educação recebida pelos filhos, especialmente na rede pública. O  resultado da pesquisa aponta que o ensino é visto como fator de mobilidade social e um dos itens em destaque é a inclusão digital. Nessa  perspectiva foram apontadas as Lan houses como sendo um local utilizado para os alunos realizarem pesquisas e trabalhos escolares, superando as bibliotecas escolares; na concepção dos pais a informatização tem extrema importância hoje, eles apontam os cursos de computação como atividades extra-escolares que deveriam ser oferecidos pela escola. Todos estes fatores estão ligados à busca do sucesso da aprendizagem por crianças, jovens e adultos.

 

Também, em pesquisa feita com crianças com dificuldades de aprendizagem e baixo rendimento escolar, a revista aponta que os softwares educativos estimulam o aluno a seguir adiante no seu processo de aprendizagem, tendo o professor como mediador entre o educando e o computador na oportunização de acesso e construção significativa de conhecimentos. O computador, portanto, não substitui a figura do professor, ainda cabe a ele fazer as intervenções necessárias de forma que as lacunas e deficiências no processo ensino-aprendizagem sejam sanadas quando a criança, ou qualquer indivíduo, encontra-se no papel de aprendiz.

  

Pois, segundo os próprios estudantes, na correção feita pelo computador ninguém fica sabendo se seus erros são mesmo erros ou não, o corretor ortográfico do editor de texto, também não passa "bronca" ou reprimenda, não há nenhuma forma e constrangimento, apenas questionamentos e busca de soluções, o que contribui de forma positiva para o seu avanço nos estudos sem entraves para as descobertas, de uma forma estimulante e descontraída. Porém, ainda necessita-se de alguém que tenha se preparado previamente para exercer um olhar crítico e específico para orientar intencionalmente o processo.

 

Hübner (1998), ressalta que o sistema de punição pode conduzir à revolta, à agressividade, ao desânimo ao desinteresse e, lembra que, ao longo do tempo isso pode tornar-se numa atitude de oposição à escola e um anti-saber. Então, o educando começa a evitar expor suas produções e até expressa raiva quando o educador, pais ou amigos corrigem seus erros. E, é neste momento que pode emergir o comportamento de resistência ao processo de aprendizagem.

 

Segundo Bruner (1968), o saber é um processo e uma das funções do ensino é permitir o erro instrutivo. O erro é instrutivo quando o educando adquire a compreensão do que está errado em seu ato para não repeti-lo novamente, ou seja, deve ser possível utilizar o erro para torná-lo compreensível. O autor comenta que o problema é encontrar instrumentos que desafiem o bom aluno sem destruir a confiança e o desejo de aprender daqueles que apresentam dificuldades. A motivação é muito importante para que ocorra a aprendizagem, Fiamenghi (2001) esclarece que os estímulos externos podem aumentar ou diminuir a força do motivo, mas lembra que o processo é interno - organizado pelo indivíduo.

 

Weiss e Cruz (1999), afirmam que o erro é menos frustrante ao ser apontado pela máquina e não pelo educador e foi esta assertiva que norteou nosso trabalho.

 

O software educativo ameniza a má disposição frente ao processo educacional, pois desafia e desperta a curiosidade do educando. Freire (1996), comenta que o exercício da curiosidade convoca à imaginação, à intuição, às emoções, à capacidade de conjecturar e de comparar. É exatamente nesse estágio que nos encontramos.

 

ANÁLISE DOS DADOS COLETADOS

 

QUESTIONÁRIO:

Parte objetiva - questões de 1 a 6.

Parte Subjetiva - questões de 7 a 10.

Das 20 fichas disponibilizadas retornaram 13.

A idade dos professores questionados foram de 34 anos a 64 anos.

Todas as fichas que retornaram foram do sexo feminino.

Levantamento dos resultados obtidos: em 30/10/08.

 

LEITURA - Questões de 1 a 6:

Dos professores questionados a maioria faz uso do computador diariamente em casa para conversar com amigos, ler e responder e-mails, constituindo-se um recurso e instrumento de lazer; em segundo lugar encontra-se o uso do computador como instrumento/recurso de trabalho e estudo.

Um número muito pequeno afirma que sua vida não mudou com o uso do computador; sendo que a maior parte, reconhece mudanças positivas em sua vida com o uso do computador e outras tecnologias. Os professores que responderam reconhecer mudanças positivas em suas vidas pessoais e profissionais podem ser classificados em dois grupos, o maior que às vezes usa a tecnologia com seus alunos e em suas aulas e, um grupo médio que usa frequentemente em suas aulas e com seus alunos.

 

LEITURA - Questões de 7 a 10:

Os professores questionados consideram como tecnologias importantes no dia-a-dia, por frequencia de citação, o uso do computador, celular, DVD, máquina fotográfica digital, forno microondas, máquina de lavar roupas, ar condicionado, TV alta definição, cafeteira, cartão de crédito, máquina de xerox, Pagamentos bancários.

Desses professores, seis relatam terem aprendido a usar o computador sozinho e por necessidade, dois por curiosidade e os outros com o auxílio de outras pessoas e em cursos.

Dos treze professores questionados, oito deles afirmam não viver mais sem o recurso do computador e das tecnologias em suas vidas.

 

Resumo das opiniões dos Professores Questionados

Em sua grande maioria os professores se reportaram ao computado como recurso de aprendizagem em si, apontaram também, que o computador auxilia no processo de aprendizagem por facilitar o acesso à informações de maneira dinâmica; a interação entre os alunos e entre alunos e máquinas (intercâmbio); como fonte de pesquisa; em função dos editores variados: textos, fotos planilhas...; que desenvolve o raciocínio e a coordenação motora; através da multimídia: filmes, slides, músicas, jogos, etc...; que o computador torna as aulas mais atrativas por ser um "brinquedo" novo; porque ensinam o professor a aprender com o aluno; porque permite o "fórum" (sem explicação detalhada); porque é uma inovação que faz parte do dia-a-dia de todo mundo; porque permite o contato com outras realidades e por último, (aparecendo uma única vez como uma das opiniões) porque se o professor não usar o computador como instrumento de ensino-aprendizagem "fica taxado como o único que não tem e não usa".

 

ANÁLISE DA OFICINA:

Os Professores participantes relataram que a experiencia foi muito prazerosa, que as atividades possuiam um certo grau de dificuldade mas, que com a interação entre as pessoas envolvidas puderam buscar estratégias de ação a fim de resolver os problemas apresentados pelas atividades.

Evidenciaram suas descobertas e a aplicação do que já sabiam na solução dos problemas apresentados pelo programa, socializando com o grupo um novo interesse em preparar aulas mediadas pelo computador e de suas intenções em relação à utilização deste Software e de outros com os alunos.

O que mais chamou a atenção do grupo foram as atividades cujos conteúdos eram propostos na forma de joguinhos, muitos demonstraram não possuir conhecimento de que esses conhecimentos poderiam ser explorados dessa forma.

 

ENTREVISTA COM UMA DEFICIENTE VISUAL: 

A partir da pergunta: "O que o computador representa em sua vida"? Bernadete abriu um leque de usos do computador em sua vida, desde a comunicação com outras pessoas, lazer, leitura, informações, enfim, uma janela para o mundo, tornando-a independente em muitos aspectos. Por outro lado, tornando-a dependente desse instrumento, pois com ele ela economiza tempo, dinheiro, locomoção e tem contato com o mundo externo, atividades que se tornariam mais difíceis se não possuísse computador.

 

Mapa_Conceitual do Grupo

 

  

 

CONCLUSÕES

 

 

Se alguém que vivesse há cem anos atrás viajasse para o futuro e parasse no nosso tempo talvez a única coisa que reconhecesse seria a escola. Mesmo a tecnologia tendo mudado radicalmente escritórios, fábricas, hospitais, bancos, a maioria de nossas salas de aulas permanecem idênticas as do século passado, onde o quadro e o giz ainda são os recursos mais utilizados. 

 

Faz-se imprescindível que a escola reveja suas práticas educacionais sob o prisma desta nova cultura, para que possa então realmente oferecer uma educação apropriada para alunos que crescem com múltiplas fontes de interação e acesso à informação, logo, gerando outra espécie de expectativas frente ao mundo. Com isto, a escola deve atualizar-se para alimentar e conviver com a sociedade altamente tecnológica na qual vivemos. As mudanças se fazem urgentes, sob pena da escola ficar isolada, permanentemente, em uma “bolha”, alheia às inovações e às mudanças que os tempos e os alunos renovam, e assim não os privemos do que há no mundo, tornando-os alheios, excluídos, à margem da sociedade altamente tecnológica.

  

Não bastasse, o grande número de analfabetos funcionais que temos, caminharmos a grandes passos para o analfabetismo digital, não parece ser a função da escola. Aprender a ler o mundo, nos dias de hoje, subentende a alfabetização digital e a inclusão dos alunos no mundo virtual. Mas, parece que a escola aposta no adágio de que nenhuma criança precisa de aula para aprender a mexer no computador; o adulto, este sim, precisa, então, com essa desculpa, não investe na qualificação digital de seus professores, deixando a tecnologia fora de suas portas. A criança se alfabetiza, inicialmente, mexendo nas teclas; depois surge a necessidade de ler para poder se comunicar com os demais, como por exemplo, no ORKUT. Sem o uso da tecnologia dentro da escola, estamos alfabetizando para trás.

  

No computador é possível, inclusive, mexer e interagir em um cenário virtual, o que facilita a imaginação, incentiva a criatividade, a estratégia e o raciocínio lógico-matemático, além de abstrações de todas as ordens; e essa prática se faz tão real que torna a sala de aula em algo muito mais abstrato e distante para as crianças. Quem gosta de aula é o professor que quer mudar tudo, mas não quer mudar a sua aula.

 

O aluno aprende a pesquisar quando o professor pesquisa, a nossa tradição é ensinar e não ensinar a pesquisar. A pesquisa é fundamento e instrumento doscente e discente. O professor que não é autônomo não gera alunos autônomos. Nossos alunos estão tendo indigestão de tanta aula sem significado, porque não tem vínculo com a realidade em que vive, estão "entupidos" de tanta aula. A obrigatoriedade dos 200 dias letivos e o Ensino Fundamental de 9 anos só vem a contribuir para esse processo doloroso e inóqüo a que submetemos nossos alunos diariamente.(DEMO, 2007)

  

Sabemos que a alfabetização  também se dá fora da sala de aula, através da cultura popular e jogos eletrônicos, dentro do próprio espaço doméstico da criança. Mas, e aquelas cuja pobreza não lhes permite acesso à tecnologia no ambiente doméstico? É para elas que a escola está virando suas costas quando não se renova adotando as novas tecnologias da informação, excluindo esses alunos.

  

O maior desafio para o professor deste século, portanto, é ser parceiro de seu aluno na descoberta de novas informações, que possam, através de sua experiência e senso crítico, virem a se tornar conhecimentos construídos por seus alunos com seus alunos sob sua orientação e avaliação, essa é a forma de manter o aluno na escola, de maneira muito próxima, dispensando-lhe  cuidados sistemáticos e diários para sua construção com indivíduo e futuro adulto.

 

Completando o que foi dito, ao lançarmos hoje um olhar mais crítico para a escola vemos que ela não sabe como lidar com a aprendizagem dentro de uma proposta de inclusão tecnológica, por isso ainda está relutante e prefere usar o atual modelo de currículo, que muitas vezes engessa e limita a criatividade.

 

Para mudar este estado de coisas será necessário que a escola priorize o diálogo com o educando, e  estabeleça uma comunicação entre muitos canais dentro de uma linguagem comum capaz de expressar seus desejos, expectativas e que, sobre tudo, venha ao encontro dos seus interesses. Mas, a mudança  precisa ser estendida também aos cursos de formação para professores, pois é dentro das universidades que se constroem os conhecimentos que chegarão aos educadores que comporão os quadros das escolas. É preciso não só saber da importância da aplicação das tecnologias na educação, porque as novas mídias por si só não significam nada, mas saber fazer delas instrumentos de cunho educacional, e para  isto requer preparação e conhecimento.

 

O professor como um eterno aprendiz precisa estar inserido no mundo virtual, pois isso lhe faculta aprender sempre e, aprendendo, poder guiar com maior segurança o processo de aprendizagem de seus alunos.

 

PROFESSOR COMO FACILITADOR DA APRENDIZAGEM

 

Cada professor deve encontrar a forma mais adequada de integrar as várias tecnologias e procedimentos metodológicos; não se trata de dar receitas prontas porque as situações são as mais diversas e cabe ao professor ter o "jogo de cintura" adequado para lidar com cada uma delas.

 

Com o auxílio da Internet o professor tem a possibilidade de modificar facilmente a sua forma de ensinar e aprender . São várias opções, dependendo da situação e da realidade em que o professor se encontra: número de alunos, tecnologias disponíveis, duração das aulas, quantidade total de aulas que o professor dá por semana, apoio da instituição em que trabalha, etc.

 

O papel do professor se amplia, significativamente, do informador que dita conteúdo se transforma em orientador da aprendizagem, em gerenciador de pesquisa e comunicação.

 

Em relação a Internet procurar que os alunos dominem as ferramentas de Web, que aprendam a navegar e, que se possível, todos tenham um e-mail e criar uma lista interna da turma. (semelhante ao ambiente criado e vivenciado por nós no PEAD).

 

Aulas-informação onde o professor mostra alguns cenários, algumas sínteses, dá as coordenadas de uma questão ou tema.

 

Aulas-pesquisa, onde o professor e os alunos procuram novas informações: cercar um problema, desenvolver uma experiência, avançar em um campo desconhecido. O professor sensibiliza, dá os primeiros passos, depois o papel do professor passa a ser o de gerenciador do processo de aprendizagem; é o coordenador de todo o andamento da aprendizagem, é o gestor das diferenças e convergências.

 

Os grandes temas da matéria são iniciados pelo professor, motivados pelo professor, mas as pesquisas são realizadas pelos alunos, às vezes em grupos, às vezes individualmente. Passa-se num segundo momento à pesquisa mais focada, mais específica, a partir dos resultados anteriores.

 

A Internet favorece a construção cooperativa e o trabalho conjunto ente o professor e  o aluno  permitindo a socialização do conhecimento.

 

O que muda no papel do professor?

Muda a relação de espaço, tempo e comunicação com os alunos. O espaço de trocas aumenta, da sala de aula para o virtual. O processo de comunicação se dá na sala de aula, na Internet, através do e-mail, no chat, no fórum. É um papel que combina alguns momentos do professor convencional, às vezes,  é importante dar uma bela aula expositiva, como tantas vezes acontece no PEAD, em nossas aulas presenciais.

 

É, sobretudo, um papel de animação e coordenação muito mais flexível e constante que exige um professor mais atento, mais "ligado", mais sensível e, lógico, com domínio de tecnologia.

 

Tentando concluir o que apenas está começando...

 

Como grupo constatamos as modificações que começamos a sofrer durante a construção dos conhecimentos necessários para a elaboração desse projeto de aprendizagem. Podemos, através dele, compreender o que as teorias nos apontavam na letra e, assim vivenciando-as nesse processo, podemos dar significado especial e particular, pela maneira múltipla como nos apropriamos delas.

 

Passamos a compreender o que a Teoria Construtivista de Piaget aponta sobre as pessoas trabalharem colaborativamente numa atividade única, trazendo suas próprias estruturas e perspectivas à atividade. Juntas, pudemos analisar um problema de diferentes pontos de vista, brigamos, nos entendemos e negociamos, produzimos significados e soluções com base na compreensão partilhada sobre cada problema que enfrentamos.

 

A Teoria sócio-interacionista de Vigotisky, nos mostrou o que, afinal, é uma Zona de Desenvolvimento Potencial e Proximal, vimos que para sairmos da potencial e criarmos a situação para a proximal, precisávamos de uma atividade conjunta e colaborativa, num contexto interativo entre os sujeitos. Nosso trabalho de grupo no PBWIKI permitiu o confronto e a integração de diferentes pontos de vista que não só facilitaram a coordenação progressiva dos esquemas cognitivos que tínhamos, mas também ativaram a reestruturação dos mesmos, permitindo a construção de novos esquemas e, em conseqüência, a mudança de zona. Sem dizer que essas aprendizagens deram-se por meio da interação e auxílio entre os próprios pares e em um ambiente que no mínimo é estimulante.

 

O construcionismo teorizado por Papert, e talvez seja a essência da linguagem logo, só acontece aprendizagem quando o sujeito aprende fazendo, ou seja, construindo através da tentativa, do acerto e do erro, o que chamamos de ação-reflexão-depuração-ação. Deu-se dessa forma o nosso aprendizado direto da tecnologia no ambiente escolhido para desenvolvermos esse projeto, o PBWIKI.

 

Para finalizar, a flexibilidade cognitiva (MARCELO, 1999) esteve presente através da capacidade que desenvolvemos de nos reestruturarmos e de reestruturarmos os novos conhecimentos, de maneira espontânea, a cada passo do processo de construção do conhecimento, na maneira como enfrentamos os desafios e respondemos às novas necessidades de mudança, tanto da forma como apresentamos esses conhecimentos, como dos processos nas representações mentais realizadas. Esta teoria apresenta-se, por isso, como uma referência para a organização de informação em ambientes de aprendizagem pouco estruturados, como no caso dos WIKIS. A idéia de flexibilidade surge em situações que habitualmente têm soluções muito variadas e os sujeitos precisam dar respostas criativas e colaborativas, mas que convirjam como grupo.

 

Concluímos, que o sujeito da aprendizagem é aquele que toma em suas mãos as informações ou conhecimentos específicos construídos anteriormente e os modifica através da acomodação, desacomodação, interação, erros e acertos construindo de maneira colaborativa novos conhecimentos, são novos porque são seus e sendo seus, são únicos; que o projeto de aprendizagem é um exercício voluntário e intencional; que ao interagir social e colaborativamente com seus pares, a fim de solucionar problemas e buscar respostas as suas dúvidas, o indivíduo torna-se mais criativo e flexível enquanto se socializa e socializa o conhecimento.

 

 

Por todas essas razões, que já havíamos lido, porém, foi vivendo-as que as compreendemos, é que agora afirmamos que a tecnologia e as novas mídias podem auxiliar no processo de ensino-aprendizagem dos nossos alunos, pois foi por meio delas que ao chegar ao fim desse processo aprendemos e descobrimos as muitas e possíveis respostas a essa questão.

 

 

Eu, Neuza, quero dar um testemunho nesse espaço.

 

Somos o exemplo vivo da importância da tecnologia e as novas mídias nas nossas vidas, tanto profissional como pessoal, enquanto alunas do PEAD. Muitas de nós éramos verdadeiras analfabetas digitais, bem, agora somos semi-analfabetas digitais, o que representa um grande passo rumo ao futuro. Há muito que aprender, o caminho é longo... mas, o que importa é que já estamos inseridas no mundo virtual e, com certeza, dele não conseguiremos mais nos afastar; o mais importante ainda, já conseguimos modificar nossa prática pedagógica em função dessa nova realidade.

 

Embora nas escolas, onde muitas de nós trabalhamos, não seja disponível o uso de tecnologia, por não haver ou simplesmente, por estarem trancadas "a sete chaves" -  com certeza em função da ignorância da equipe diretiva ou daqueles que ainda detém o conhecimento em suas mãos fazendo uso dele como poder, pois sabemos  que a gestão democrática ainda está longe de acontecer em muitas de nossas escolas - com o que construímos  no PEAD, temos certeza de que, mesmo de maneira indireta, estamos levando para a nossa sala de aula e para nossos alunos essas novidades, com certeza eles serão os mais beneficiados.

 

Como professoras sabemos que ninguém nos importa mais do que nossos alunos em todo esse processo, o resto, como diz a colega Neila, a gente corre atrás, por fora, devagar e sempre, sem jamais pensar em desistir. Sabemos que mais do que profissionais da educação somos eternos sonhadores, são os sonhos e os projetos nos mantêm vivos...

 

A cada Workshop que acontece, em cada trabalho postado e publicado percebemos nosso crescimento e também o crescimento de nossos colegas e isso, com certeza, também não passa despercebido nas escolas onde trabalhamos; os efeitos que repercutem em nossos alunos, a maioria tão distante deste fantástico e admirável mundo novo que é a Internet com todas as "parafernálias", portifólios, wikis, que nos tornam “donas”, autoras de nossas construções e saberes; tão "senhoras de nós mesmas”. Sim,  me enquadro no apanágio "senhora de si" é como estou me sentindo agora...

 

Neste breve caminho que trilhamos ao realizar este projeto, talvez muitas de nós não nos déssemos conta do que estava acontecendo.

 

A cada pesquisa sobre como a tecnologia e as novas mídias auxiliam no processo de ensino-aprendizagem, cada uma de nós íamos trilhando caminhos diferentes. Mesmo estando concentradas num mesmo foco, a cada pesquisa, a cada troca de e-mails, a cada discussão, íamos construindo novas aprendizagens, únicas e individuais.

 

Ficamos deslumbradas com a profundidade na qual chegamos, por certo, não esperávamos irmos tão longe, mas sabíamos que ao concluirmos este projeto, teríamos descoberto nossas próprias razões para de fato adentrar de cabeça neste mundo novo, como diz a colega Neuza, cheio de mistérios e encantamentos, que é o mundo virtual. Pudemos experienciar, viver, o que é um Projeto de Aprendizagem, e vimos que este se dá de forma individual, apesar de ter sido realizado em grupo cada uma encontrou suas respostas, clareou suas dúvidas, confrontou seus medos e incertezas, se identificou com diferentes instrumentos e, pode no final, reconhecer que apesar do pouco tempo, avançamos muito muito no que diz respeito ao aprendizado através das tecnpologias.

 

Também tivemos oportunidade de perceber o quanto temos que aprender ainda sobre as interações que se estabelecem virtualmente; sobre o tempo e o espaço de cada aluno (aqui no caso nós); sobre os papéis que cada um desempenha em uma construção coletiva; sobre a importância das relações e da colaboração neste universo, e por fim, sobre uma nova postura a ser desenvolvida frente à necessidade da democratização da inclusão digital em nossa sociedade e principalmente na educação.

 

Como alunas do PEAD, temos o privilégio de estar absolutamente envolvidas com esta nova forma de aprender, que alterou decisivamente os  pressupostos de que apenas a escola com seu velho quadro e o giz é lugar de aprendizados. Hoje estamos conectadas com o mundo, em diferentes lugares e  em diferentes momentos e uma nova forma de lidar com o espaço e tempo surge para dar conta destas novas relações e interações que estão emergindo deste desafiador universo virtual.

Depois de vermos a forma positiva e instigante com que às novas tecnologias se apresentam no processo de aprendizagem, ficará o desafio para que cada uma de nós lute pela inclusão digital de nossos alunos e contribua para sua inserção na tão falada, era  tecnológica.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

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- CARNEIRO, Pedro Paulo. ENTREVISTA: Conversando sobre Televisão e Interatividade com Pedro Paulo Carneiro. Revista Mídia e Educação.

 

- DEMO, Pedro. Professor Titular da Universidade de Brasília. Doutor em Sociologia pela Universitat Des Saarlandes - Alemanha. Pós-doutorado na UCLA - Los Angeles, EUA - PALESTRA - A Pesquisa e a Produção no Contexto do Setor Público  I Seminário de Políticas Públicas no PR - ABERTURA,

CELEPAR Informática do Paraná. Paraná, 2007.

 

- ESTRÁZULAS, Mônica, Interação e Cooperação em Lista de Discussão, 1999.

 

- FALCÃO, Reginaldo Araújo. USO DE AMBIENTES VIRTUAIS ATRAVÉS DA INTERNET NO ENSINO A DISTÂNCIA: APLICAÇÃO NO CEFET/RN - Dissertação de Mestrado. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Prof. Ricardo Miranda Barcia, Dr. Coordenador do Curso. Florianópolis, 2001.

 

- GOUVEIA, Luís Manuel Borges. CSCW – Trabalho Cooperativo Suportado por Computador – Aveiro, janeiro de 2002.

 

- HEIDE, Ann, Guia do Professor para a Internet: completo e fácil / Ann Heide e Linda Stilborne; trad. Edson Furmankiewz.-2.ed.-Porto Alegre: Artes Médicas sul, 2000.

 

- GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José E. (Orgs.) Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta. São Paulo: Cortez, Instituto Paulo Freire, 2000.

 

- GREGIO, Bernardete Maria Andreazza. A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: As Representações Sociais e o Grande Desafio do Professor Frente ao Novo Paradigma Educacional - Revista Digital da CVA-Ricesu ISSN 1519-8529.Mestranda / Programa de Mestrado em Educação/UCDB.

 

- GUIMARÃES Jr., Mário José Lopes. A Cibercultura e o Surgimento de Novas Formas de Sociabilidade. Trabalho apresentado no GT "Nuevos mapas culturales: Cyber espacio y tecnologia de la virtualidad", na II Reunión de Antropologia del Mercosur, Piriápolis, Uruguai, de 11 a 14 de novembro de 1997.

 

- MANTOVANI, Ana Margô. Interação, colaboração e cooperação em ambiente da aprendizagem computacional – UFRGS – Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação – Oficinas Virtuais de Aprendizagem II - OFICINA DE BLOGS PEDAGÓGICOS.

 

- MARCELO, C. Formación y Nuevas Tecnologías: posibilidades y condiciones de la teleformación como espacio de aprendizaje, 1999.

 

- MEDINA, Nelkis de la Orden. AVALIAÇÃO DO PENSAMENTO CRÍTICO EM UM CENÁ RIO DE ESCRITA COLABORATIVA – Tese de Pós-Graduação - Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Prof. Dr. Paulo José de Freitas Filho- Florianópolis, 2004.

 

- MOECKEL, Professor Alexandre. CSCW: CONCEITOS E APLICAÇÕES PARA COOPERAÇÃO - Curso de Especialização em Gestão do Desenvolvimento de Produtos - Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná - Disciplina: Ferramentas de Trabalho Cooperativo – CEFET/PR - Ministério da Educação.

 

- NITZKE, Julio A.; CARNEIRO, Mára L. F.; GELLER, Marlise; SANTAROSA, Lucila Costi. CRIAÇÃO DE AMBIENTES DE APRENDIZAGEM COLABORATIVA Trabalho apresentado durante o X SBIE, nov 99, Curitiba/PR -Universidade Federal do Rio Grande do Sul Pós-Graduação em Informática na Educação - Núcleo de Educação Especial.

 

- PAPERT, Seymour. A Máquina das Crianças: Repensando a Escola na Era da Informática. Porto Alegre, RS, 1994 - Artes Médicas. Editora ARTMED

 

- PICANÇO, Alessandra de Assis; LAGO,Andréa Ferreira; BONILLA, Maria Helena Silveira; PRETTO, Nelson De Luca; LIMA, Sidnei Alvaro de Almeida; HETKOWSKI, Tânia Maria. CONVERSANDO SOBRE INTERATIVIDADE. Grupo de Educação e Comunicação/NEPEC/FACED/UFBA.

 

- PRIMO, Alex. ENFOQUES E DESFOQUES NO ESTUDO DA INTERAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

 

- RICARTE, Ivan Marques – Relatório: Projeto SAPIENS - Interatividade- A Escrita na Internet - A relação entre novas tecnologias e os modos de produção e recepção de texto escrito - A mescla de linguagens construtiva do hipertexto. Coordenador: Léo Pini Magalhães, 2001.

 

- SOUZA, Okly de & Zakabi, Rosana. Imersos na Tecnologia — e mais espertos. Revista Veja, São Paulo, 11 jan. 2005.

 

- STAHL, Gerry; KOSCHMANN, Timothy; SUTHERS, Dan Suthers. Aprendizagem colaborativa com suporte computacional: Uma perspectiva histórica - Traduzido por: Hugo Fuks, Tatiana Escovedo (Português do Brasil).

 

Sites Pesquisados

   

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http://74.125.45.104/custom?q=cache:cxcmaAXxuf0J:homer.nuted.edu.ufrgs.br/ObjetosPEAD2006/tics/informatica_na_educacao.ppt+inform%C3%A1tica+na+educa%C3%A%C %A3o%2Bprocesso+ensino+aprendizagem&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=6&client=pub-2808051115066427

(pesquisado em 12/10/08)

 

http://aseducativo.wetpaint.com/page/2.1-Teorias+de+aprendizagem?t=anon (Pesquisado em 12/10/08)

http://mathematikos.psico.ufrgs.br/Paradigmas_Projetos/congresso.html (Pesquisado em 12/10/08)

 

http://74.125.45.104/custom?q=cache:cQI7qq_pAAsJ:www.fsp.usp.br/acessibilidade/cd2005/conteudo/ATIID2003/MR1/07/InteracaoAutistaMeioInformatico.doc+paper+inform%C3%A1tica+na+educa%C3%A7%C3%A3o&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=7&client=pub-2808051115066427 (Pesquisado em 12/10/08)

 

http://www.infoeduc.mais br.com/arquivos/ensino%20%20aprendizagem.pdf   (pesquisado em 12/10/08)

 

http://portalprofessor.mec.gov.br/journal.action?editionId=2 - REVISTA NOVA ESCOLA, abril 2008, Nº211, ano XXIII, Editora Abril. CRISTIANE Scatone em O Software Educativo, sem medo de errar. (acessado em maio de 2008)

 

http://www.minerva.uevora.pt/cscl/

SITE TECNOLOGIA EDUCATIVA. Aprendizagem Colaborativa Assistida por Computador (CSCL - Computer Supported Collaborative Learning) (acessado em maio de 2008)

Comments (27)

Mara Tavares said

at 5:12 pm on Oct 22, 2008

Fica como o combinado na ultima aula presencial, ontem. Caso alguém tenha confabulado no msn sem minha rica presença, salve o histórico que oriento como postar. Acho que por hora é isso. Bjs, Mara.

neila goulart said

at 2:15 pm on Oct 23, 2008

Olá Gurizada!!!

Como combinado, comecei a postar minhas pesquisas e conclusões.... Na medida que for evoluído nas leituras vou publicando aqui! Conto com a juda de todas...

Gostaria também de acrescentar, que a aula presencial de terça, foi muito produtiva, pois pudemos encaminhar muitas questões que estavam me angustiando. VALEU TURMA!
Acertamos o passo e vamos em frente....


Beijos

Mara Tavares said

at 3:25 pm on Oct 24, 2008

Neila, parece que bebemos na mesma fonte...
Inspirada, resolvi editar o teu escrito, de maneira colaborativa. Vê o que tu achas da Justificativa agora. Não tirei nada, apenas adequei melhor à linguagem acadêmica, em função de ter lido textos, on line, que indicam a tua bibliografia.
Que tal?
bjs no coração, Mara.

Mara Tavares said

at 4:15 pm on Oct 24, 2008

Neila, inspirada como estava, continuei...
Coloquei o que estava sob o título de desenvolvimento como embasamento teórico, editei e acrescentei o que achei que daria fluidez ao texto.
Dá uma olhada e me retorna, não sei...
O que tu achas?
bjs, Mara.

neuza3241@hotmail.com said

at 4:40 pm on Oct 24, 2008

Mara querida, acho que não te deste conta que nãfiquei até altas horas da noite o há somente a contribuiçãso da nossa querida colega Neila. Eu também fiquei até tarde onttem dando minha colaboração. Até entendo teu entusiamo e acredito na grande colaboração da colega Neila, mas eu também dei a minha parcela de contribuição e lendo assim, parece que só tu e a Neila foram ass autoras e produtoras desta obra prima,"Dai a Céar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus. "Devagar com o santo que o andor é de barro. Bjs. Neuza (sou tão crir-cri que certamente vocês não vão me querer no próximo grupohehehehehhehhe!!!!)

neuza3241@hotmail.com said

at 4:47 pm on Oct 24, 2008

Tenho mais o que acrescentar, mas como estou enroscada com o trabalho de amanhã: depois disso acrescentarei novas idéias. Bjs Neuza

neila goulart said

at 5:42 pm on Oct 24, 2008

Olá Gurias!
Tô começando a gostar desta tecnologia ligada ao ensino...tenho APRENDIDO e muuuuito!

Que bom que todas nós estamos com a liberdade de interagir e colaborar com a riqueza de nossos aprendizados...Tá valendo a pena!Fiquem a vontade para editar, deletar, acrescentar....e outras cositas más!!!! desde que venha prá melhorar nossa produção, manda ver!!!
Ok? meninas?

Mara e Neuza...Minha velha mão já dizia...o importante é o milagre, o santo? não faz diferença!
Então mãos a obra e vamos botar os neurônios a funcionar e fazer um belo TRABALHO DE GRUPO.

QUE TAL ESSA RIMA: evitemos as autorias, em pról da maioria....hehehehe
Beijos...tô inspirada hoje!!!!

neila goulart said

at 5:54 pm on Oct 24, 2008

Já ia me esquecendo!!!!

Como já é de domínio público...eu estou sem internet em meu PC...e agora para melhorar ainda mais esta situação, ele está exalando um suave perfume de FIO QUEIMADO....Pode????

Fiquem frias...estou com um extintor do meu lado!!!!hehehehehe

Mara Tavares said

at 6:02 pm on Oct 24, 2008

Bah, foi mal!
Desculpa gurizada... Hehehehe...
Neuza, entrei às 18:30, li o que aí estava e achei fantástico! Me meti e terminei de editar lá pelas 11 horas...
Bom, como espiei na golinha e o último nome que li foi o na Neila, achei que havia sido ela quem tinha colocado o patê no sanduíche! Hehehehe... Não te preocupa, tá anotado no Histórico do bagulho (wiki) a parte da tua postagem e a parte da Neila, não precisa mesmo colocar autoria aqui na página.
Caso tu não aproves os acréscimos, a gente pode reverter a página para antes dessa última postagem. Fica contigo!
Bom, de qualquer forma, a coisa tá tão boa que acho que vou salvar em documento do word e o meu ego vai postar lá no meu wiki particular, isso se tu fores reverter, hehehe e não te importares, hehehehe... claro!

Nossa, que grupinho... Aqui quando uma diz mata, as outras gritam enforca... esquarteja... Que gente carinhosa! hahahahahaha...
Na verdade, estamos atingindo um grau de liberdade e confiança muito bom como grupo, isto é, maturidade...
Mas, não comecem a ficar muito abusadas, ainda sou a cacique dessa tribo!!! Heim?!
bjs no coração, Mara.

Mara Tavares said

at 6:12 pm on Oct 24, 2008

Fui lá olhar com calma o Histórico e notei que ambas trabalharam arduamente, colocando suas escritas e fazendo-as casar. Me considerem como um ingrediente a mais nesse casamento, fazendo com que a paixão se acenda e renove, trazendo mais harmonia para o casamento!
Uau! Acho até que vou fazer uns olhinhos hoje pro Enrique, se pá, até sai um namorinho! hehehehehe...
bjocas!

neila goulart said

at 2:09 pm on Oct 25, 2008

Bom garotas!!!

Pelo jeito depois de muitos tapas...agora estamos na fase dos beijos...hehehehe
(sou mais da segunda fase do que da primeira...)
Isso é que é casamento FELIZ, por que no final tudo acaba bem!
Vamos lá...continuemos as produções!!!!
Bjs

Mara Tavares said

at 12:52 pm on Oct 26, 2008

Bah! me empolguei e hoje formatei o início das conclusões! Acrescentei algumas coisinhas, ajustei verbos e concordâncias, dêem uma olhadinha e me digam o que acharam!
Bjs no coração, Mara.

neuza3241@hotmail.com said

at 1:52 pm on Oct 26, 2008

Mara achei que ficou ótima a conclusão, desculpa os erros de concordância, realmente foram muitos,mas estava muito cansada tanto que hoje dormi a tarde inteira e só estou retornando agora.
Ainda tenha mais a acrecentar, ainda dá tempo, né?
Bjs

neuza3241@hotmail.com said

at 2:13 pm on Oct 26, 2008

Mara continua com toda essa empolgação que vamos longe.Bjs.

Mara Tavares said

at 2:54 pm on Oct 26, 2008

Claro que dá! To detonando... né...
Encima do que a gente conversou terça, já coloquei os objetivos tb!
bjs, já viu o wiki de psicologia?
Vai lá!
bjs!

neila goulart said

at 8:10 am on Oct 27, 2008

Olá Gurias!!!!

Parece que agora que nos "esparramamos" ninguém vai conseguir nos juntar...hehehehe
Que beleza que tá ficando...Só não sei se teremos tempo para concluirmos da forma que desejamos....
Mas vamos lá, chegaremos até onde der....
Viram que me puxei...Consegui colocar links e transformá-lo em hipertexto (que chique).

Chega de papo e ao trabalho!!!!
Beijos!!!!

Mara Tavares said

at 5:28 pm on Oct 27, 2008

Neila, era bom colocares a bibliografia desses links do hipertexto, pelo sim, pelo não, na verdade não sei bem como funciona a autoria no hipertexto! Viram? tem comentário do professor lá na página de PPE!
Bjs, Mara.

neila goulart said

at 6:08 pm on Oct 27, 2008

Ok, Mara, não me dei conta disto, vou colocar.
A propósito, eu já inclui praticamente tudo que eu queria no embasamento teórico e na conclusão, pois não quero deixa-lo repetitivo. Creio que da minha parte está ok, por enquanto.
Depois que todas colocarem aqui suas pesquisas, vamos rever e caso ainda falte alguma coisa, então poderemos acrescentar.

Obrigada, vou ver o comentário do Profi.

Já viste meu comentário lá no Projeto de Psicologia da Vida adulta?

bjs

neila goulart said

at 6:15 pm on Oct 27, 2008

Mara, vê se era aquilo que deveria colocar...O link todo?
E outra coisa, fiz uma citação de um site que pesquisei, então coloquei no final o link. É isso mesmo? Se não for como devemos fazer??

Desde já obrigada pela dicas!

Bjs

Mara Tavares said

at 12:39 pm on Oct 28, 2008

Neila, a princípio, acredito que seja isso, sim! Se não for, que alguém lá por cima nos ajude, hehehe!
Neuza, desculpa ter te bloqueado temporariamente no domingo. Não sei explicar o que houve! Se não foi aquilo da edição que te disse, então, não sei mesmo.
bjs no coração, Mara.

Mara Tavares said

at 6:05 pm on Oct 28, 2008

E aí Lila, tá dentro, conseguiu acertar o buraco agora? Hehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehe
bjs

Marília said

at 4:24 pm on Oct 31, 2008

O Mara, que papo é esse de buraco?
O que o professor poderá pensar dessa conversa?/
Eu consegui umas pesquisas e vou ver se consigo inseri-las, embora esteja já esperando qual será o próximo passo...
bjin

Mara Tavares said

at 5:15 pm on Oct 31, 2008

Lila, se Deus quiser, o próximo passo é o encerramento!
bjs

Mara Tavares said

at 4:35 am on Nov 1, 2008

Meu Jesus santíssimo!!!!!
Acredito que essa página está pronta!
Esta página ficou o retrato de nossas aprendizagens, descobertas e padecimentos gerais com a tecnologia!
Acho que fizemos gooooooollllll!
bjs de coração no coração de todas!
colega Mala, ops, digo, Mara.

Mara Tavares said

at 8:09 am on Nov 1, 2008

Neuza, bah, fiquei emocionada com o depoimento!
Tomei a liberdade de farzer as correções da nossa lígua madrasta, equanto fazia, até chorei, ou estou ficando mole ou muito estressada!
beijos no coração, acho que agora sim, tá pronto.
Ah, em tempo. E a entrevista da ceguinha? conseguiu por?
Qualquer coisa me manda, por que pelo visto este wiki não vai ser encerrado tão cedo.
"Estamos indo onde nenhuma professora jamais esteve" hehehehe... Ah, consegui baixar mais dois episódios, hoje de tarde vou estar off para poder vê-los, preciso me alimentar das ilusões e inspiração no futuro pra funcionar bem no presente!
Agora são bjs!

Daisy said

at 9:39 am on Nov 4, 2008

Muito bem, meninas!
Acredito que compreenderam como é o funcionamento do projeto, sentiram-se como alunas nele, assim como compreenderam a sua estrutura apresentada aqui.
Como diria o Seu Ladir do "Toma lá, dá cá": esse trabalho tá mara!
Abraços

Eliseo said

at 5:32 pm on Nov 5, 2008

Olá meninas,

Ótima a página do projeto (Estrutura do Projeto) criada no PBwiki!
A estrutura do documento está muito boa - e o material que vocês coletaram nas entrevistas e questionários é excelente. Então, agora temos que analisar os dados... analisar os gráficos e tabelas para ver a que conclusão conseguimos chegar - tendo sempre em mente nossa questão norteadora. Certamente muitas das questões do questionário não respondem diretamente a questão, mas elas podem nos ajudar a entender o quanto as tecnologias influenciam (ou influenciaram) a vida das pessoas, e que impacto isso pode ter na aprendizagem.

Sugiro que vocês coloquem a análise do questionário após o embasamento teórico. Vocês podem falar sobre as entrevistas, mostrar os resultados e comentá-los.

Na verdade, a idéia é que vocês continuem o PA para apresentá-lo no próximo ano - e quem sabe não trabalham na elaboração daquele artigo?

Parabéns pelo trabalho realizado até então!
Eliseo

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